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Diário de um lanesano


























 
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Lanesville
 
Domingo, Junho 29, 2003  
E atenção, Brasil, caneeeeeeeta e papel na mão! (Hahaha! Desculpem, não resisti!)

Primeiro dia autêntico de férias! E, como tal, acabei não fazendo muita coisa... De manhã não fui à academia de novo, pois tive de ajudar meus pais a trazer um freezer que minha mãe comprou a algum tempo. Ela combinou com um vizinho que tem uma Saveiro e lá fomos nós.
Pronto, começou o sentimento de nulidade, de inutilidade. Eu já me sinto um inútil em aulas. Nas férias, então...

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Como deve ser bom ter dinheiro! Não que eu seja (totalmente) materialista, mas dinheiro é necessário. Ainda que "desta vida nada se leva", nesta vida algo se usa, oras! Se eu tivesse dinheiro sobrando com certeza iria para Lanesville nas férias. Lá estará acontecendo em breve o XXXV Festival Édith Piaf de Chanson Lanesaine e, este ano, uma homenagem aos quarenta anos de morte da Môme Piaf. E eu aproveitaria ir a Lanesville para ver aquela história do título, que há tempos está enrolada... Outra hora eu conto melhor.
Outra coisa que eu faria se tivesse dinheiro sobrando seria comprar um título de sócio na Villa Trump. Não ficaram sabendo? Ninguém menos que Donald Trump vai investir na cidade, fazendo um condomínio de altíssimo luxo com quinhentos lotes, campo de golfe, restaurante, shopping etc. Alguns dos futuros sócios serão Bill Clinton, Kevin Costner, Céline Dion - entre outros. Chique, não? Valor da adesão: US$ 250,000.
Não sei se a Rainha de Lanes vai comprar um dos lotes. Vou ver se mando um e-mail para ela até o fim desta semana para perguntar.

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Ontem recebi do meu amigo Jean-Phylyppe dla Ghyrté, famoso desenhista lanesano, uma caricatura minha. Ele se baseou numa foto recente, que mandei por ele junto com uns documentos e umas encomendas de desenho. Fiquei bastante lisonjeado com o presente, mas nem era necessário fazer uma caricatura minha: eu já sou uma...
Aí está o desenho de Dla Ghyrté, assinado e tudo:


10:23:46 PM Comments:

Sábado, Junho 28, 2003  
Le vacanze, alfin!

Sempre libero degg'io
Folleggiar di gioia in gioia
Vo' che scorra il viver mio
Pei sentieri del piacer!
[1]


Até que enfim estou de férias! Ontem entreguei o último trabalho - aquele sobre O visconde partido ao meio, de Italo Calvino - e fiz as duas últimas provas - russo e latim, respectivamente. Uma colega minha, depois que eu contei que ia fazer a prova de latim logo após a de russo, me perguntou: "Como você consegue?". (Hahaha!)
Este post também será mais ou menos em forma de fragmentos.

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Com as férias vem - pelo menos para mim - um pouco daquele sentimento de culpa: "E agora, o que eu vou fazer?". Não que eu não saiba o que vou fazer durante essas férias, o problema é realmente fazer. Sempre virão desculpas, perdas de tempo etc. e vou acabar não realizando tudo o que planejei para este mês. Espero que dê tudo certo!...

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Hoje à tarde fui ao Extra com minha mãe - acabei nem indo à academia; amanhã eu vou - e vi uma revista Quatro Rodas falando sobre a nova "Família Volkswagen". Vocês já viram essa revista, ao menos na banca? Vou comprar amanhã sem falta! Faz tanto tempo que não compro a Quatro Rodas... Depois scanneio algumas fotos de lá e coloco aqui!
Por um lado foi bom ainda não termos comprado o segundo carro - é que faltou $tempo$... Vão lançar a nova linha Palio. Como será que ela é? Fiquei curioso!
Se eu pudesse mesmo, compraria um carro grande, talvez um LD. O problema é que são carros caros, pelo menos 30 mil reais, e (ainda) não dá para comprar um desses, nem financiado. Quem sabe mais para a frente? Vou querer um Amennophis! Pode ser um coupé que, segundo a revista Voitures du Reine, tem um ótimo desempenho na estrada, além de poluir bem menos que os similares da concorrência.

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Por enquanto é só, mas logo, logo eu volto para postar mais um pouco - estou com vários assuntos para o blog, e durante este mês vou discorrer melhor sobre eles.

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[1] Começo da cabaletta "Sempre libera", da ópera La Traviata (1853), de Giuseppe Verdi. Só fiz uma adaptaçãozinha.

7:31:25 PM Comments:

Domingo, Junho 22, 2003  
(Um post alla Oswald de Andrade [bleargh!] em seu Memória sentimentais de João Miramar)

Fragmentos I


Têm acontecido várias coisas nos últimos dias, mas não tenho tido muita vontade de escrever... Sei lá, mas acho que meu cérebro trabalha mais rápido que as mãos. (Hahaha!) Bom, assim sendo, resolvi escrever em fragmentos. (Oh!)

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Hoje, слова Богу, consegui terminar de corrigir os exercícios de latim. Já mandei as médias para o professor. Agora só falta estudar para grego (eu, que achava que iria mal na primeira prova, tirei a maior nota da classe!), para russo (já estou ouvindo o texto para a prova oral) e para latim (é uma prova de verbos, então vou estudar pouco). Preciso, também, começar meu trabalho sobre O visconde partido ao meio, de Italo Calvino. Será o trabalho final (e único) de uma matéria que estou fazendo na faculdade, Literatura Italiana.

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Sábado passado - minto, foi sexta-feira passada - fui à vernissage [1] da VI Mostra Bambolê de Artes Plásticas [2], da qual estou participando. É o mesmo quadro que inscrevi no ano retrasado - ou foi 2000? Anyway, estava interessante a vernissage da exposição, que tinhe quadros de vários tipos e "escolas" - além do tema recorrente, a natureza morta.
A vernissage começou às oito. Encontrei várias pessoas conhecidas, algumas também expondo, mas quis ir logo embora porque... porque detesto ficar "perdido", ossia, sem ter ninguém para conversar. Não gosto muito de ficar perto das rodinhas de conhecidos, porque sempre acabo sobrando - e ninguém aqui em casa quis ir comigo. Resultado: eram nove e meia e eu já estava de volta. Talvez fosse melhor nem ter ido! Voltei péssimo de lá - sabe-se lá (eu bem sei) por que!

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Faz mais de um mês que o Apolo se foi... Principalmente nesse dia da vernissage, senti bastante falta dele - eu com certeza teria ido vê-lo assim que cheguei, já que eu estava mesmo bem mal. Mas não o poderei ver mais - pelo menos por enquanto.
Dia 15 nasceram os filhotes de uma cachorrinha do bairro. Eram cinco, mas um morreu. Estou pensando seriamente em "adotar" um filhote dela, uma fêmea. Por favor, não pensem que quero substituir o Apolo, porque ele é insubstituível - assim como Thor, meu primeiro cachorro, também o é. Só quero ter um cachorro aqui em casa, que, além de trazer alegria, serve de guarda. Há dois 'poréns': primeiro que eu prefiro cachorros de grande porte (Rottweiler, Boxer, Labrador, Border Collie etc. etc.), e essa cachorrinha, que é vira-lata (Nada contra, hein? Já tivemos um vira-lata aqui em casa, o Snoopy, mas tivemos de devolvê-lo. É uma longa história...) não é tão grande - deve ter uns trinta centímetros de cernelha [3]; segundo que não sei se minha mãe vai querer ter dois cachorros (outra vez). Se sim, com certeza vou pegar uma filhotinha dessa cachorra e, além dela, uma Rottweiler. Já sei até os nomes: Betly (em homenagem à opera buffa de Donizetti) e Medea (em homenagem à peça de Eurípedes e à ópera de Cherubini. [Só espero que ela não mate seus filhotes! Hahaha!]). O que acham?

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Nossa, estou precisando fazer a barba: acho que há mais de uma semana que não a faço! É que dá uma preguiça... Também, eu sou tão descoordenado que acabo sempre me cortando (E a vez que me cortei muito, pouco antes de ir ao Municipal? Aquele dia falei para mim mesmo: "Bem feito! Quem manda deixar tudo para a última hora?".). Além do mais, com barba, sem barba, nada vai mudar o rosto mesmo... É um caso perdido! (Hahaha!)

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Ontem foi a aula de canto. Confesso que tenho me dedicado menos ao canto do que gostaria, mas tenho percebido que os agudos, por exemplo, estão vindo cada vez mais fáceis! Os graves também, apesar de não terem tanta força ou volume - hoje alcancei um Ré 1, num dos vocalises. E é estranho que, dependendo do exercício, eu chego a notas altíssimas, meio impensáveis para um barítono: como o Ré 4, hoje, em outro vocalise! [4]
Não gosto muito de ouvir minha voz, e a cada vez que ouço uma gravação minha percebo mais e mais erros - bom, no dia eu estava nervoso, c'est vrai... Mas o pior "defeito" é justamente um que só o tempo vai corrigir: o corpo da voz. Ainda soa bem jovem, e o auge dela será (assim espero!) só quando eu tiver entre quarenta e cinqüenta anos. Ou seja, faltam pelo menos vinte...

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O tempo. O que é? Quanto mais a gente envelhece, mais rápido o tempo passa. E, com o tempo, só as lembranças ficam, até que nem elas nem nós resistimos a ele, e perecemos. Nunca saberão ao certo todas as coisas que eu penso, pensei e pensarei, assim como nunca saberemos o que se passou pela cabeça dos grandes gênios da Humanidade que já faleceram - quer dizer, eu acredito que venhamos a conhecer, mas só depois. Tenho pensado muito em várias coisas (muitas delas, um bando de bobagens), e às vezes considero um mundo meio Matrix, onde tudo está acontecendo ao memso tempo. Ou seja, no momento em que estou digitando, você já está lendo, mas eu ainda estou nascendo, e, simultaneamente, já faz cem anos que morri. É estranho, mas às vezes tenho essas impressões doidas da minha cabeça (lógico, se são impressões, só poderiam ser da minha cabeça!...). Claro que são pensamentos absurdos, mas dão uma boa base ficcional - acho.

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Tenho ouvido bastante ópera nos últimos tempos, sobretudo enquanto corrigia os exercícios. Hoje foi dia de alguns trechos da Macbeth, de Verdi, e da Il Turco in Italia, de Rossini, ambas cantadas por minha adorada Maria Callas. Essa ópera de Rossini tem, na primeira metade do primeiro ato, uma bela passagem que parece estar em tom menor - apesar de ser uma opera buffa, - com certeza influência das óperas sérias dele, que também são belíssimas.
Sexta-feira (ou foi quinta?) foi dia de trechos da Norma, de Bellini, também com Callas [5] - sem dúvida a maior Norma que o mundo já teve. Há quem não goste do belcanto [6] porque seus compositores dão mais importância à melodia que à harmonia. Eu acho que está aí justamente um dos trunfos dos belcantistas. Norma tem passagens de tirar o fôlego, como os maravilhosos finali de atos, tanto o do primeiro quanto o do segundo. O que é aquilo? Repito a faixa várias vezes, sempre!

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Puxa, acho que este foi o maior post que escrevi - talvez o mais "enrolador", também. Espero que tenham gostado - e haverá outros "Fragmentos".

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[1] Sei muito bem que "vernissage", em francês, é um substantivo masculino. Porém, por questão de estilo próprio, gosto de usá-la no feminino - como aconteceu a tantas outras palavras francesas (terminadas em -age) que foram aportuguesadas: "le garage" > "a garagem", "le paysage" > "a paisagem" etc.
[2] Não faço a mínima idéia de porque uma mostra de artes plásticas se chama "Bambolê". Perguntem a seu criador...
[3] A cernelha é a junção entre o pescoço e o corpo dos cães. É a partir dali que se tira a altura deles, e não a partir do alto da cabeça. Um Rottweiler, por exemplo, costuma ter de 63cm a 68cm (machos) e de 58cm a 63cm (fêmeas). O Apolo tinha 70cm.
[4] A extensão usual de um barítono vai de Sol 1 a Sol 3. Em voz, a minha costuma ir de Mi 1 a Lá 3 - embora a região que vai do Mi 3 ao Lá 3 às vezes não saia tão bem, já que, além de ser a passagem do centro para o agudo, também é a passagem do agudo para o superagudo.
[5] Ouvi a gravação de 1960, com Maria Callas (Norma), Franco Corelli (Pollione) e Christa Ludwig (Adalgisa). Não é mais o auge de Callas, e ela está vocalmente melhor na Norma de 1953, com Ebe Stignani como Adalgisa. Mesmo assim, prefiro a versão de 60. Outra grande gravação, que não sofre os horrendos cortes infelizmente comuns nas gravações de Callas, é a Norma de 1965, com Joan Sutherland (Norma) e Marylin Horne (Adalgisa).
[6] O belcanto aconteceu durante a primeira metade do século XIX, mais ou menos entre 1810 e 1840 - apesar de ser possível encontrar aspectos belcantistas em óperas como Medea (1797), de Luigi Cherubini, e La Vestale (1807), de Gaspare Spontini. Os compositores do belcanto foram grandes melodistas, e os principais representantes do período foram Gioacchino Rossini (1792-1868), Vincenzo Bellini (1801-1835) e Gaetano Donizetti (1797-1848). Giuseppe Verdi (1813-1901) chegou a compor óperas nesse estilo até mais ou menos a década de 1860, mas depois mudou sua forma composicional - por isso considero Donizetti "o último grande belcantista". Rossini tem cerca de trinta óperas, tanto óperas cômicas quanto sérias, sendo aquelas mais representadas atualmente. Bellini morreu jovem e só compôs dez óperas, todas de caráter mais sério. Donizetti tem, oficialmente, cerca de sessenta óperas, mas há quem afirme que o compositor tem mais de uma centena delas! O belcanto pede vozes ágeis e, ao contrário do que se acreditava até o início do século XX, com um certo peso. O principal tipo de soprano empregado era o drammatico d'aggilità, uma soprano com ampla extensão, força nos graves e nos agudos e bastante agilidade. O maior exemplo desse tipo de soprano é Maria Callas que, inclusive, é a responsável pelo retorno aos palcos de óperas que estavam praticamente (senão totalmente) esquecidas, como a Medea de Cherubini, por exemplo. Um dos motivos porque gosto do belcanto é o fato de eu ter certa facilidade com os trechos que pedem agilidade...

12:50:20 AM Comments:

Quinta-feira, Junho 19, 2003  
Puxa, já fazia uma semana que eu não postava!

E, agora, nem vou escrever nada de substancial. Estou aqui meio de passagem (todos estamos, caríssimos...) e logo vou sair, pois tenho de acabar de corrigir uns exercícios de latim para entregar as médias ao professor.
Tenho lido algumas coisas em certos blogs (e em outros lugares também) que têm me deixado sinceramente decepcionado - como diria o compositor Giacomo Gremmenti, "Viver é decepcionar-se constantemente.". Não vou dizer o que é, para não causar polêmica, mas outra hora volto a esse assunto.
Mais tarde escrevo sobre o que se passou durante a semana. Alguns fatos até que foram interessantes - acho.

3:24:36 PM Comments:

Quinta-feira, Junho 12, 2003  
Mal chego da faculdade e minha mãe pergunta: "Como foi o Dia dos Namorados?". Dei uma risada besta, como quem diz: "E eu com isso?" Ou um "Il peu m'importe.". Na verdade, é uma data bem brega, e realmente pouco me importa. Aliás, eu já desisti mesmo de tentar qualquer coisa. Desisti até da donna - resolução tomada ontem. Nunca daria certo e também já não me importa mais. Basta!
Pelo menos, na faculdade, consegui colocar algumas coisas em dia. As aulas estão acabando... Acho que a última matéria será o russo, que só terminará em 2 de Julho.
Hoje, também, foi o dia da prova de História da Música III. Como fui mal! Principalmente na parte auditiva - pelo menos as duas árias, "La mamma morta" (da Andréa Chénier, de Giordano) e "Casta Diva" (da Norma, de Bellini) serviram para eu não zerar nessa parte! O resto deve estar todo errado. Nem quis ver a correção, que o professor estava fazendo na hora. Só espero não ter ficado de exame... É bom porque agora, além de acabarem as aulas de uma matéria, posso voltar a ouvir o que eu quiser!

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Há algum tempo, ainda na faculdade, descobri um blog bem interessante: o diretor do teatro municipal de Lanesville o criou para divulgar a programação do teatro! Amanhã vai começar uma temporada da Il Trovatore, de Verdi, com uma soprano russa, Larissa Ostokovkova, que é espetacular! Na última vez que estive em Lanesville, em 2000, eu a vi na Madame Duboisy e, alguns dias depois, na Oberto, Conte di San Bonifacio. Que voz! Que interpretação! Quem puder ir a Lanesville, não pode perder! (O problema é a passagem para lá, que está meio cara... Mas que vale a pena, vale! Pelo menos para conhecer o Théâtre Mireille Lanes.)

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Este fim de semana será ocupado, mas acho que não me sentirei tão inútil nele. Tenho algumas coisas para fazer e, desta vez, vou fazer! E, a partir de Julho, vou voltar a escrever mais freqüentemente no blog - estou com algumas idéias para posts.

8:09:00 PM Comments:

Sábado, Junho 07, 2003  
Em primeiro lugar eu gostaria de me desculpar pelo post passado. Eu ia depois editar contando o domingo, mas houve um problema e não deu certo. Então o dia passou e achei meio estranho editar o que tinha acontecido naquele dia - ficou só o ponto mesmo. Só não apaguei o tópico por causa dos comentários - que também aproveito para agradecer!

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O sábado foi tranqüilo. Acordei um pouco tarde - às 10:30h - e comi alguma coisa. Saí pouco depois das onze e fui à cidade, para resolver alguns assuntos. Voltei lá pelo meio dia. À tarde fui à academia e voltei. Não fiz nada de interessante até agora - apenas ter ido à casa da vizinha, que viajou, para cuidar de sua cachorrinha, uma Schnauzer Mini. Pretendo, até o fim do dia, ler um capítulo para uma resenha e, se possível, fazer a resenha. Amanhã não terei muito tempo porque...
... é dia de Provão! Não, eu não estou contente. Estou é mais me sentindo vestibulando de novo, tendo quatro horas de prova para enfrentar. Ainda mais uma prova dessa, que não é tããão útil assim... Vejamos no que dá. Amanhã à noite conto para vocês. Na volta, pretendo corrigir uns exercícios de latim e fazer alguns de russo.

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Outro dia eu estava vendo a propaganda do novo Gol, aquele que anda tanto a álcool quanto a gasolina. Grande novidade: no Reino havia carros assim desde a década de 70, só que movidos a gasolina e a diesel. Novidade absoluta na época de lançamento, a EALD fez muito sucesso com o Versatile, carro produzido até hoje. Eu tinha em algum lugar um projetinho dele, presente da rainha [1] na última vez que estive em Lanesville. Quando achar, scanneio e coloco no blog! Atualmente, a EALD tem procurado criar um carro movido a gasolina e a hidrogênio. Pelo que me contaram ouro dia, tudo indica que um protótipo movido a esses combustíveis será lançado em Julho de 2004.

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Tenho ouvido as músicas para a prova de História da Música, que será na quinta-feira. Hoje foi principalmente Brahms e Dvořák - estou adorando este compositor, cujas obras pouco conhecia. Dele temos para ouvir a Sinfonia nº. 9 e as Danças Eslavas. (Para conseguir memorizar o máximo de músicas possível, criei uma tática: dormir com o aparelho de som ligado, bem baixinho! Hahaha!)

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[1] A rainha é dona da EALD.

8:41:58 PM Comments:

Domingo, Junho 01, 2003  
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11:49:46 PM Comments:

 
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