Diário de um lanesano


























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José Luiz
23/05/1982
Gêmeos
Ler, escrever, ouvir música, cantar, jogar tênis
Literatura, música clássica, cães, nobreza, heráldica, automóveis, jogos de computador, etiqueta
Barítono
Romântico-realista
Eterno apaixonado
Honoré de Balzac, Victor Hugo, Alessandro Manzoni, Italo Calvino, Edgar Allan Poe, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Martins Pena, Gonçalves Dias...
Giuseppe Verdi, Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini, Gaetano Donizetti, Giacomo Puccini, Wolfgang Amadeus Mozart, Luigi Cherubini, Gaspare Spontini, Antonio Carlos Gomes...
Maria Callas, Montserrat Caballé, Joan Sutherland, Renata Tebaldi, Tito Gobbi, Rolando Panerai, Alfredo Kraus, Franco Corelli, Mario del Monaco, Giuseppe di Stefano, Édith Piaf, Mireille Mathieu, Elis Regina...
Estudante de Letras (formado) e de Lingüística (complementação)
Português, inglês, francês, italiano, latim clássico, russo, espanhol e grego clássico
Lendo trocentos livros ao mesmo tempo

Páginas interessantes:

Allegro
Classic Trash
Karadar
LucasArts
Maria Callas
Snoopy
Supercars
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Blogs que leio:

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Angel 7000
Art.manha
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Bobo Único
Costume Vicioso
Delirium Tremens
Descaminhos
Fogo Grego
Il Trovatore
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Meio Mundo
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Odds and Ends
Os meus olhares
PrótonsNEWS
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Und so weiter...
Velha Jovenzinha
Zen - um estado mental

(Se eu me esqueci de algum blog, por favor me desculpe!
É só avisar que eu coloco o endereço aqui.)


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Lanesville
Sexta-feira, Agosto 27, 2004

Ainda abobado, ou Os recentes vinte dias

Allegro io son
Come un fringuel!

Beppe, na Rita (1841/1860)
Ópera em um ato
Música de Gaetano Donizetti
Libretto de Gustavo Vaéz

Cof, cof! Quanta poeira!
Como estão todos? Aqui tudo bem!
Já que há tanto tempo não escrevo - mais por falta de bons assuntos que de vontade -, lá vem um post bem longo (p'ra variar! Hahaha!).

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Domingo passado fui, como já havia dito, assitir a Primeira pessoa, com Eva Wilma e Vânia Pajares. A peça é simplesmente maravilhosa!!!
O texto, escrito por Edla Van Steen, é muito, muito bom. O cenário, simples e bonito, tem um fundo transparente, deixando à mostra o fundo do teatro. Isso porque a peça acontece como se fosse num ensaio, em que a atriz chega para repassar com a pianista. Nele, ela conta um pouco de sua vida, com humor e emoção.
Quanto à Eva Wilma, não tenho palavras para descrevê-la. Sei que fiquei, como diz o título do post, completamente (e positivamente) abobado com ela. Que técnica! Que interpretação! Que presença! Que noção dramática! Uma diva, sem dúvida alguma. E, também, uma simpatia. No fim do espetáculo é claro que fui cumprimentá-la e ela tratou a todos que tinham ido com muita educação e cortesia. Até tirei uma foto com ela. (Nem parece que ela tem setenta anos! A disposição e mesmo a aparência fazem com que pareça ter, no máximo, uns cinqüenta.) Sobre a Vânia nem preciso fazer comentários. Ela estava maravilhosa - cantou, tocou e atuou belissimamente, como sempre!
Quando eu estava saindo, a Eva Wilma ainda me desejou um "Boa sorte". Naquela hora, parece que todas as minhas preocupações cessaram. Parecia o sinal de Deus que eu esperava para confirmar que tudo o que estou planejando vai dar certo, e muito certo. Nesta semana que se passou nem os aborrecimentos tiraram meu bom humor.
Claro que eu tinha de cometer uma gaffe: logo depois da récita, minha mãe e eu fomos para trás do teatro e, como estou acostumado aos camarins do Theatro Municipal, eu já ia subindo para cumprimentar a Eva Wilma e a minha professora quando o produtor da peça apareceu e disse que elas já iam descer para recepcionar as pessoas. Só faltou eu sumir de vergonha! Hahaha!
Por fim, tenho também de atribuir à grande atriz mais um adjetivo: corajosa. Reviver, três dias por semana, momentos marcantes do passado não é para qualquer um. O texto tem momentos bastante densos e emotivos, como seu casamento com Carlos Zara. Todos choramos quando ela, com os olhos brilhando em discretas lágrimas, nos contou sobre todo o amor que sentiu (e sente) pelo ator, falecido em 2002. A frase que termina a peça é belíssima, algo como: "Adeus, meu querido. Adeus, não: até.".
Portanto, ó leitores, eu vos rogo: quem puder tem de assistir a essa peça, que estará em cartaz até 25 de Setembro no Espaço Promon. Está imperdível!


Eva Wilma e eu


Minha mãe, Vânia Pajares e eu

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Quinta-feira passada, dia 19, foi um dos mais tormentosos do ano - dos últimos anos, eu diria. Por quê? Por causa da prova de seleção de mestrado!...
Logo pela manhã, das 9h às 13h, foram as provas de línguas. Eu achei que não fosse precisar fazer a de francês, porque apresentei o certificado da Aliança Francesa, mas houve uma mudança no edital e não mais aceitariam certificados... Tive de fazer a prova, mas não estava tão complicada. Era um texto de René Girard sobre a peste na literatura, sobre o qual deveríamos responder três perguntas. Não sei se fui bem, mas pelo menos passar acho que foi possível.
A prova de inglês, no entanto... Talvez (e espero que) eu tenha passado, mas estava bastante complexa! Caiu um artigo de Marjorie Perloff sobre o Modernismo em língua inglesa. No trecho selecionado, a autora fala sobre algumas características do Alto Modernismo, fazendo uma ponte entre elas e a ligação entre "These Lacustrine Cities", de John Ashbery, com a "Unreal City" citada em The Waste Land, de T. S. Eliot. Foi-nos pedido que fizéssemos um pequeno ensaio comparando as duas obras e dizendo em que medida se ligam ao Modernismo da primeira metade do século XX.
À tarde, das 14:30h às 18:30h (consegui, não sei como, sair às 16:30h...), foi a prova teórica. Desde que entreguei o projeto eu estava preocupado por causa dessa prova, mas acho que por causa do nervosismo e da dificuldade das provas de línguas fiquei bem mais tranqüilo à tarde.
Como no ano passado, a prova foi temática: tínhamos de analisar um poema, um pequeno trecho narrativo ou um texto crítico sobre um autor - neste ano, o escolhido foi Manuel Bandeira - para mim, o melhor poeta modernista, e um dos poucos que realmente valem a pena ser lidos. Sou péssimo para analisar poemas, mas foi o que escolhi fazer (e, pessoalmente, achei que a análise, se não tiver sido uma viagem completa, foi bastante pertinente. Pena que não nos deixaram trazer o rascunho, senão eu digitaria e colocaria aqui.) O poema dado para análise foi "Pneumotórax", de Libertinagem. Se eu tiver passado na prova (o resultado sai dia 1º. de Setembro), transcrevo aqui um resumo da minha análise.
Apesar do clima angustiante de vestibular, acho que pelo menos passar nas provas eu passei - já não me interessa a classifcação, mas sim o passar. Acabada essa fase, vem a análise do projeto feita por uma banca de professores, sendo divulgados os resultados em 24 de Setembro, o dia D na minha vida!...

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Falando em Marjorie Perloff, acreditam que ontem houve, no IEL, uma palestra com ela? É claro que fui! Deu para entender bem o que ela falava, embora em certos momentos eu tenha pescado um pouco. Apesar de eu não gostar muito do Modernismo, achei que foi bastante interessante e importante para traçar uma comparação entre poetas do início do século passado e os contemporâneos. E concordo plenamente com ela quando diz que, mesmo havendo grandes poetas (e escritores, eu ampliaria) hoje, não se encontram grandes livros como os de outrora.
o magna, dolorosa ueritas!...

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Vocês viram a Abertura dos Jogos Olímpicos?
Não cheguei a ver tudo (tenho aula de canto na sexta-feira à tarde), mas minha mãe gravou e, quando cheguei, pude acompanhar a cerimônia. Como não gravamos as trocentas delegações entrando (sob os comentários imbecis de Galvão Bueno e Glória Maria...), resolvi voltar a fita para ver uns trechos selecionados da abertura.
Eis que me deparo, como já me havia sido contado, com uma bela homenagem: colocaram o início da ária "O patria mia", do terceiro ato da Aïda [1], cantada por ninguém menos que Maria Callas. Nada como um justo reconhecimento de seus conterrâneos (embora ela tenha nascido em Nova York, filha de pais gregos) àquela que foi a maior soprano do século XX.

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Hoje, logo que entrei na internet, vi as notícias do MSN e, entre elas, o lançamento de um novo modelo de Ferrari, o F430 - o seguinte ao F360 Modena. Aqui está a matéria e, abaixo, uma foto da máquina.



Não é uma beleza?

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Às vezes eu gostaria de saber onde arranjo coragem para certas coisas.
Neste semana, mais precisamente na terça-feira, fui falar com minha ex-professora de russo e com meu ex-professor de grego clássico para ver se eu poderia assistir às aulas deles como ouvinte. E eles concordaram! Só é pena que ambas são no mesmo horário (3as. e 5as. das 8h às 10h), então decidi que vou às terças na de russo e às quintas na de grego.
Falem sinceramente: sou corajoso ou nem? Hahaha!

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Ontem foi a aula de Ópera Estúdio. Como sempre, maravilhosa!
Nossa professora contou sobre a polêmica montagem da Don Carlo - "Não tenho palavras para descrever. Só assistindo para saber como está", disse ela. Depois, alguns dos colegas passaram os trechos do recital (dia 17 de Dezembro) e eu passei uma ária que talvez não cante em Dezembro, mas já entrou para o meu repertório: "Alla pace degli elletti", da Il Giuramento (1837), de Saverio Mercadante. É um compositor belcantista tardio, contemporâneo de Bellini e Donizetti, mas infelizmente hoje não é muito conhecido. A ária em questão, apesar de bem curta, é muito bonita.
Já estou escolhendo seis árias para o ano que vem, quando pretendo participar do VII Concurso de Canto Maria Callas, em Jacareí. Sei que não vou ganhar nada, mas acho muito importante assistir a outros cantores jovens (os inscritos têm de ter, no máximo, 35 anos) para observar técnica, gestual etc.
Isso me lembra novamente a aula de Ópera Estúdio. Um amigo, baixo-barítono, me perguntou qual a minha classificação baritional. Eu mesmo não sabia, e minha professora emendou: "um barítono jovem". Hahaha!

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O cachorrinho infelizmente ainda não veio. Meu primeo ainda não pode trazê-lo, mas acho que eles vêm no Sete de Setembro. Pelas descrições feitas por ele e por minha tia, o filhote (que amanhã completa dois meses) já deve estar imenso!
Túlio, ri muito com o nome que você achou que eu tinha escolhido! Não será Raí, embora também seja um nome de personagem.
Aí vão duas dicas para ajudá-los:

Dica 1: é um personagem de teatro e ópera.
Dica 2: o cachorrinho é todo preto.

Alguém já descobriu?

Bom, pessoal, por enquanto é só. Prometo que logo escrevo mais!

___________________
[1] Ópera (1871) em quatro atos com música de Giuseppe Verdi e libretto de Antonio Ghislanzoni.

5:42:55 PM Comments:

Sábado, Agosto 07, 2004
Gostei da brincadeira, então lá vai mais um

Intitulados II

Né sulla terra creatura alcuna
Di me più sventurata!
(...)
Ah, conforto è sola speme
Di questa anima smarrita!

Gulnara, no Ato II da Il Corsaro (1848)
Ópera em três atos
Música de Giuseppe Verdi
Libretto de Francesco Maria Piave

Eu tenho meeeedo!
Regina Duarte, atriz

Pais

Em primeiro lugar, quero desejar aos leitores-pais e aos pais dos leitores um ótimo Dia dos Pais!
O meu está viajando. Esteve aqui há alguns dias e logo saiu novamente de viagem - para o sul da Patagônia. Se aqui está frio, imaginem lá!... Mas tudo vai dar certo e logo ele está de volta, com mais histórias p'ra contar (ele tem umas hilárias!).

Alívio?

Ontem finalmente entreguei a monografia de mestrado.
O tom solene é porque estou bastante assustado com o que possa acontecer. Acho que a monografia ficou interessante e me esforcei ao máximo para escrever algo decente, mas não sei no que vai dar... Acho que o pior é todos confiarem no meu sucesso, menos eu.
O ciel!... Fiz trocentas alterações e, depois de um tempo, cansei de fazê-las - também com medo de alterar o que já estava bom. A partir de ontem entreguei nas mãos de Deus!
Seja como for, essa angústia já começou a dar as caras: de terça para quarta passei muito mal do estômago. Agora já estou melhor, mas não completamente.
Uma boa notícia: passei no exame de francês! Ontem também fui buscar o certificado na Aliança Francesa. Tirei 15/20! Fui bem até, não?
Agora que já entreguei a monografia, preciso estudar para a prova teórica, que será dia 19 de Agosto. Para tal, peguei alguns livros do Antonio Candido, um dos maiores críticos brasileiros - tudo bem que às vezes ele viaja, mas acho-o excelente. Neles, há vários artigos, mas claro que só vou ler os sobre autores que me interessam (Machado de Assis, Manuel Bandeira etc.). Os vários textos sobre Oswald de Andrade eu vou pular, com certeza...
Um apelo: torçam por mim! :-)

Um sábado agitado
Um último sábado de Julho foi bem agitado, até! Contar-vos-ei. (Parece até fim de recitativo, quando a ária é anunciada! Hahaha!)
À tarde fui com amigos até um sebo de Barão Geraldo, o Galpão. É um ótimo sebo, com livros difíceis de encontrar e bons preços - não preciso dizer que fiz umas "comprinhas" lá, preciso? (Hehehe!) Achei até o Grande Tratatto di Strumentazione e d'Orchestrazione de Berlioz, numa edição da Ricordi. E, a dez reais, claro que eu não ia deixar de levar!
À noite foi o aniversário de oitenta anos do marido de uma das coralistas - quase todo mundo do coral estava lá. Foi uma ótima noite, com muitas risadas e bobagens. Tinha até um jornalista que há algum tempo gerou polêmica quando escreveu um artigo no jornal falando mal da terceira idade - ele está nela, inclusive. Diz ele: "E aquelas velhas todas caídas usando aquelas camisetas ridículas de 'Melhor Idade'? Que nada! Melhor idade era quando eu tinha dezessete anos, com hormônios saindo pelas orelhas.". Perguntem se a mesa toda (os integrantes, menos eu, tinham pelo menos cinqüenta anos) não caímos na gargalhada?

Ó liiiinda imaaaagem de mulheeeer que me seduuuuz...

Domingo passado aqui em casa a televisão estava, à noite, ligada no "Domingo Legal" (!!!) quando apareceu a Dercy Gonçalves. Acabou ficando lá.
Pessoal, ela está completamente esclerosada! Fazem uma pergunta e ela responde outra coisa diferente; se ela fala por conta própria, saem uns impropérios misturados com sandice e, no meio deles, raros momentos de lucidez.
Como alguém pode chegar a esse ponto??? Tudo bem que ela tem quase cem anos, mas o Niemeyer também tem e está mais lúcido que eu!
Aí alguém pediu para ela cantar e ela, com aquela voz maravilhosa, entoou a bela (quando bem cantada, claro!) música cujo primeiro verso dá nome a este tópico. Depois emendou com "A perereca da vizinha 'tá presa na gaiola / Xô, perereca! Xô, perereca!".
Se eu sobreviver até os cem anos, quero que seja pelo menos com um mínimo de coerência cerebral!

Ser ou não ser, essa é a questão

Outro dia vi dois terços de um ótimo filme: "Ricardo III" (1955), com Laurence Olivier.
Ainda não tinha lido a peça de Shakespeare e achei a história muito interessante. Nem preciso falar sobre a atuação de Olivier, que é um show à parte! Gostei da concepção teatral do filme e das soluções encontradas - como Ricardo III, durante os monólogos, olhando direto para a câmera.
Para quem gosta do dramaturgo elisabetano, um filme imperdível!

Uma boa notícia

A notícia que adiantei há algum tempo vai mesmo se concretizar: vamos ter um novo cachorrinho!
Ele nasceu dia 28 de Junho e, dois dias depois, minha tia mais nova e meu primo estiveram em casa - foi quando comentaram sobre os nascimentos dos filhotes. Minha mãe disse que ficaríamos com um fiquei bem animado, mas não considerei a nova totalmente possível. Claro que acredito na minha mãe! É que não achei que ela fosse mesmo querer dois cachorros.
O assunto ficou meio morto até que outro dia, quando minha tia ligou para cá, disse que em pouco tempo os cachorrinhos já poderiam ser dados, uma vez que estão com mais de um mês - e acho que estão desmamando. E minha mãe confirmou que teremos mais um cãozinho!
Desculpem os parágrafos anteriores completamente infantis, mas vocês sabem que um filhotinho em casa nos faz ficarmos crianças de novo, tal é a energia dessas criaturinhas.
O nome já está escolhido, mas vou fazer surpresa para vocês. Uma dica: sendo o filhote completamente preto (a mãe é Golden Retriever e o pai, vira-lata), que nome vocês acham que escolhi?

Felicidade é...

... descobrir que não perdi minha borracha-lapiseira pela segunda vez. Ela estava encaixada na espiral do meu caderno. (Burro eu ou nem? Hahaha!)

Desespero é...

... pensar em procurar alguém para saber se o Hair Sink Plus realmente funciona...

La Morte d'un Amore [1]

Faz um tempinho que não falo n'ela aqui no blog. Foi, dentre vários motivos, porque achei que já estava enchendo a paciência dos leitores.
Não contei ainda, mas estive com ela na primeira ou segunda semana de Julho. Foi uma tarde bem agradável, que passamos conversando e colocando as novidades em dia - como, por exemplo, a situação dela com o namorado...
Sabem que algo interessante aconteceu? Não senti ciúme, ao contrário: aquele que eu considerava rival tornou-se um amigo, porque a está fazendo feliz. E o que me importa antes de tudo é a felicidade d'ela. Além disso, não sei se uma conformação do coração, mas parece que não senti o mesmo fogo que sentia quando a encontrava. Terá sido a distância? Ou só conformação mesmo?
Também não tenho pensado n'ela tanto quanto pensava. Será que estou me desapaixonando?...

O nome ideal

Todo homem tem sua mulher ideal, assim como toda mulher provavelmente tenha seu homem ideal e todo... ('Peraí, se eu for falar de todas as sexualidades, o parágrafo não vai acabar nunca! Recomecemos.)
Toda pessoa tem um/a parceiro/a ideal. Certo? Certo. Aparência física, comportamento, inteligência etc. Todo mundo tem uma imagem de como seria a sua cara-metade. Até aí, tudo normal.
Só que descobri que até nome minha mulher ideal tem. Pode uma coisa dessas?
Tinha de ser o Zé Luiz!...

Orkut - a última menção

Hoje percebi que já estou ligado a duzentas comunidades no Orkut. O mais engraçado é que são bastante díspares (desde "O que você está lendo?" até "Maria Callas", passando por "Eu odeio a Veja"), indicando vários de meus gostos, interesses e (des)afetos.
Quem quiser entrar no Orkut e não conheça ninguém lá, me mande um e-mail que eu mando o convite!

Vou terminando por aqui. Achei alguns tópicos meio fúteis, mas tudo bem. Uma vida sem algumas (poucas) futilidades seria uma chatice!
Se eu não surtar no meio do caminho, aguardem por um post temático!

___________________
[1] Ópera (1863) em quatro atos com música de Antonio Romanni e libretto de Francesco Bridagna.

9:27:20 PM Comments:


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