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José Luiz
23/05/1982
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Santista de nascimento
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Ler, escrever, ouvir música, cantar, jogar tênis
Literatura, música clássica, cães, nobreza, heráldica, automóveis, jogos de computador, etiqueta
Barítono
Romântico-realista
Eterno apaixonado
Honoré de Balzac, Victor Hugo, Alessandro Manzoni, Italo Calvino, Edgar Allan Poe, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Martins Pena, Gonçalves Dias...
Giuseppe Verdi, Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini, Gaetano Donizetti, Giacomo Puccini, Wolfgang Amadeus Mozart, Luigi Cherubini, Gaspare Spontini, Antonio Carlos Gomes...
Maria Callas, Montserrat Caballé, Joan Sutherland, Renata Tebaldi, Tito Gobbi, Rolando Panerai, Alfredo Kraus, Franco Corelli, Mario del Monaco, Giuseppe di Stefano, Édith Piaf, Mireille Mathieu, Elis Regina...
Estudante de Letras (formado) e de Lingüística (complementação)
Português, inglês, francês, italiano, latim clássico, russo, espanhol e grego clássico
Lendo trocentos livros ao mesmo tempo

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(Se eu me esqueci de algum blog, por favor me desculpe!
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Lanesville
Sexta-feira, Dezembro 31, 2004

Quase lá, ou Adeus, 2004! [1]

Finalmente este ano está quase acabando!
Foram muitas frustrações, angústias, sofrimentos e tudo mais para um ano só. Agora eu já posso olhar para 2004 e dizer que ele está praticamente morto, e que apesar de tudo eu sobrevivi a ele. Sobrevivi!
Uma tirinha de Schulz para terminar o ano que já deveria ter terminado. [2]


Feliz 2005 para todos!!!

___________________
[1] Por vários motivos, este post foi finalmente publicado em 14.01.2005. [2] Para vocês terem uma idéia, o calendário no meu quarto já era o de 2005 desde o Natal...

11:56:08 PM Comments:

Quarta-feira, Dezembro 15, 2004

Intitulados V, ou O primeiro post do último mês

Non mi lasciar, soccorrimi,
Pietà, Signor, pietà!
Deh, non m'abbandonar!

Leonora, no Ato II da La Forza del Destino (1862/1883)
Ópera em quatro atos
Música de Giuseppe Verdi
Libretto de Francesco Maria Piave

Malinconia,
Ninfa gentile,
La vita mia
Consacro a te.

Canção de Vincenzo Bellini
Poema de Ippolito Pindemonte

Ciel, dammi coraggio!
Gilda, no Ato II da Rigoletto (1851)
Ópera em três atos
Música de Giuseppe Verdi
Libretto de Francesco Maria Piave

Torna, caro ideal,
Torna un istante,
A sorridermi ancora;
E a me risplenderà,
Nel tuo sembiante,
Una novella aurora.

Canção de Paolo Tosti
Poema de Carmelo Errico

Deh, vieni, o morte a chi t'invita,
E l'alma ai primi gaudi tornerà!

Canção de Giuseppe Verdi
Poema de Temistocle Solera

La fresca età sen fugge,
È la beltade un lampo
Che l'una e l'altra strugge
Il tempo si vorator.
Dunque godete amanti
De' vostri lieti istanti,
Or che vi ride in volto
Di giovinezza il fior!

Armida, no Ato da Armida (1817)
Ópera em três atos
Música de Gioacchino Rossini
Libretto de Giovanni Schmidt

Oh, s'io potessi
Dissipar le nubi
Che m'aggravan la fronte!...

Imogene, no Ato II da Il Pirata (1827)
Ópera em dois atos
Música de Vincenzo Bellini
Libretto de Felice Romani

Olá a todos!
Depois de algumas epígrafes e vários dias sem postar, preparem-se para um post quase gigantesco! (Hehehe!)

2004, o ano que já poderia ter acabado

Já não é de hoje, e vocês sabem, que venho me sentindo um tanto quanto cansado. E quando digo cansado, I mean it.
"Cansado de quê?", perguntariam alguns. "Você não trabalha, só estuda, não faz nada o resto dia... e ainda fica reclamando?", seria talvez o pensamento de outros. Mas estafa mental pode ser muito pior do que a física, e desocupados como eu também se cansam.
É interessante como esse cansaço aumenta e diminui de uma hora para a outra, mudando radicalmente meu humor. Se eu tivesse, por exemplo, postado na segunda-feira, teria saído um post muitíssimo amargo, porque era assim que eu me sentia no final daquele dia. (Foi péssimo: uma amargura terrível e angustiante.)
Hoje mesmo estou um pouco melhor, mas estes dias tenho percebido, além de tudo, um certo stress crescente; meus tiques nervosos estão cada vez mais nervosos e incontroláveis e tenho me agüentado menos do que antes. Acho que a causa principal disso é esse ano de 2004, que já deu o que tinha de dar. Será que não há uma forma de acabar logo com esse ano torturante???
E que venha 2005!!!

Anulação do eu?

Não sei se vocês já perceberam, mas há tempos tenho anulado das frases escritas qualquer traço do pronome em primera pessoa como sujeito, ou seja, o "eu". Podem perceber que já fiz isso neste tópico, fazendo uma elipse no pronome: "(...) há tempos tenho anulado (...)".
Seria isso uma tentativa de anulação de mim mesmo? Como não pode ser feita de forma física - sinto muito, mas não vou me matar de jeito nenhum -, talvez ela esteja acontecido de forma pronominal... Deve ser por isso que, de uns tempos para cá, me irrita um pouco ter sempre de escrever o "eu" em inglês (não pode haver sujeito oculto nessa língua), e ainda mais com letra maiúscula!
Para quê este trecho? Hum... Não sei. (Viu, elipsei de novo!...)

Aniversários e datas importantes

Este trecho era para ser melhor desenvolvido, mas agora será assim mesmo. As três datas que vou lembrar agora estão relacionadas a três pessoas que admiro muito, e que contribuíram/contribuem para a História da Arte, à qual estão intrinsicamente ligadas.

Dia 2 de Dezembro teria sido o 81º. aniversário de uma de minhas principais musas: Maria Callas.
Em 5 de Dezembro de 1791 falecia, aos 35 anos, o maior gênio musical que o mundo conheceu: Wolfgang Amadeus Mozart.
Ontem foi o aniversário de uma das maiores atrizes brasileiras (talvez a maior delas), uma verdadeira dama: Eva Wilma.

Curto, mas essencial. Essas três pessoas não podem, em hipótese alguma, ser esquecidas. Jamais.

Minha agitadíssima vida cultural

Nesta primeira quinzena de Dezembro tenho ido a vários eventos culturais.
Em menos de uma semana fui a duas apresentações de dança. A primeira foi quinta-feira passada (nela, inclusive, o coral cantou), de uma famosa academia da cidade - a dona é filha de uma das coralistas. Foi excelente! Bem variado e contou até com a presença de um bailarino de São Paulo, que também dançou muitíssimo bem. (E revi a bailarina que vi na apresentação do ano passado e que se parece com uma das elas da minha vida. Eu já tinha contado isso?) A segunda apresentação foi hoje, de uma academia aberta há pouco tempo, cuja dona é filha de uma amiga nossa. Foi tudo mais simples, mas achei bem interessante!
Nestes [ultimos dias, também, assisti a várias apresentações de música na Unicamp: um recital de uma amiga minha, uma audição de piano pouco depois e, há poucos dias, uma apresentação de música barroca. Todos de um nível altíssimo, e quem não foi perdeu maravilhosos espetáculos!
Como eu tinha dito no post anterior, fui no domingo (29 de Novembro) assistir à Lohengrin, de Richard Wagner. Gostei muito do espetáculo, com cantores excelentes, orquestra no mesmo nível e ótimos cenários. Foi bom, também, para descobrir porque não gosto muito de Wagner, dando preferência aos compositores italianos do Ottocento.
Ao contrário de seus contemporâneos da Itália, acho que Wagner não tinha muita noção de timing dramático. Achei o primeiro ato meio sacal, com certa suspensão da ação (diálogos, diálogos e mais diálogos...) que me entediou um pouco. E dizem que, em outras óperas, é ainda pior... Mas, no geral, valeu a pena, porque apesar desse "defeito", o compositor alemão tem músicas belíssimas!
E, além disso, tenho tido também algumas apresentações com o coral. As próximas serão na sexta (às 20h, no Itatiba Mall) e no sábado (às 18h, na escadaria da Basílica de Nossa Senhora do Belém). Estão todos convidados!

Falando em ópera...

Pode até ser que vocês não conheçam as obras de que vou rapidamente falar agora, mas acho que minha fala serve pelo menos para aguçar um pouco a curiosidade.
Dei uma olhada outro dia num site excelente, chamado Dizionario dell'Opera. Ele traz a descrição detalhada de várias óperas, não só italianas. E, na olhadela, vi um trecho interessante comparando a Armida (1817) de Rossini à Il Pirata (1827) de Bellini:

Se Rossini canta in Armida l'amore sensuale senza veli, raggiungendo un apice in tal senso non più superato, Bellini canta nel Pirata la malinconia della passione repressa e inappagata. Il catanese descrive personaggi ai quali è negata non solo la felicità, ma anche il riscatto di quel lieto fine nel quale tutte le tensioni si ricompongono. La frattura qui si risolve solo con la tragedia finale. Ernesto muore in duello; Gualtiero paga innocente il suo amore; Imogene fugge il dolore chiudendosi nella follia. Gualtiero è eroe fiero ma perdente, perché si oppone, ma senza speranza di vittoria, al fato, come accade agli eroi di Byron.

[Se Rossini canta na Armida o amor sensual sem véus, alcançando um ápice de tal forma jamais superada, Bellini canta na Il Pirata a melancolia da paixão reprimida e insatisfeita. O catanês descreve personagens aos quais é negada não só a felicidade, mas também a redenção de um lieto fine no qual todas as tensões recompõem. A ruptura aqui se resolve apenas com a tragédia final. Ernesto morre duelando; Gualtiero paga inocente por seu amor; Imogene foge da dor abrigando-se na loucura. Gualtiero é o herói altivo mas perdedor, porque se opõe, embora sem esperança de vitória, ao destino, como acontece aos heróis byronianos.]

(A tradução está mais ou menos, mas dá para entender, não?)

Modificaram o Scala!

Não sei se vocês estão sabendo, mas há algum tempo fizeram algumas reformas no Teatro alla Scala, o ducentenário teatro italiano, palco sagrado da ópera. Até aí, tudo bem. O problema é que acrescentaram elementos arquitetônicos modernos, que nada têm a ver com o desenho original!!! Vocês entendem o absurdo disso?


O novo Scala


É completamente normal que se reformem prédios antigos, mas tais mudanças têm de ser funcionais, e não estéticas. O arquiteto que planejou isso é alguém completamente sem noção, tampouco tem respeito por um teatro tão importante - o Scala é praticamente um templo, cujas paredes já receberam artistas que transformaram a ópera e a Arte.
Isso é uma das heranças do impraticável século XX...

Charlie Brown, esse é meu verdadeiro nome

Quando Charles M. Schulz lançou, em 1950, a tirinha "Good Ol' Charlie Brown", talvez ele não soubesse ainda o nível que iria alcançar. É como uma professora minha, que diz (com razão) que Eça de Queiroz não tinha noção completa da personagem maravilhosa que é Juliana, d'O primo Basílio.
Charlie Brown não é só um garoto meio problemático meio feliz que vive ao lado de seu fiel cachorro e junto de seus amigos. Ele é, acima de tudo, um retrato artisticamente humano, que reflete características muito profundas de cada um. Esse mundo de "crianças" é tão completo e maduro que surpreende, embora ainda mantenha certa leveza própria da infância.
Quem nunca se identificou com alguma fala de um dos personagens? Quem nunca torceu para o Charlie Brown finalmente chutar a bola ou se dar bem com a garotinha ruiva? Quem nunca teve um amor platônico, um melhor amigo conselheiro e um cachorro que é uma figura?
Tudo isto para dizer que outro dia comprei mais dois livros de tirinhas do Snoopy e me vi em várias. Quero colocar apenas uma aqui, uma das que mais me chamou a atenção:

[1]

Já disse e repito: salve Charles M. Schulz!

Cães da minha vida

Falando em cães, hoje é meio aniversário do Astor. O doido (sim, porque aquele cachorro é doido! Hahaha!) está completando um ano e meio. E cada vez mais doido! :-D
O Otello e ele ainda não estão ficando juntos, mas acho que acabam se dando bem. Vez por outra o Tellinho, que está cada vez maior, vai até lá para brincarem de latir um para o outro. Ainda não consegui adestrá-lo (doce ilusão - como tantas outras - coloquei na cabeça quando achei que conseguiria), mas talvez... talvez nada, porque qualquer coisa que eu disser não vai dar certo mesmo.
Tirei umas fotos do Otello em que ele está com a cabeça apoiada na bancada parecendo o Snoopy! Ainda não foram reveladas, e quando o forem coloco aqui.

Férias começando

Não, ainda não estou de férias. Mas estou em vias de.
Ontem foi a última aula de latim. Às vezes nem acredito que o tempo passou tão rápido e que ontem foi a última aula de Latim VIII, o último semestre oficial dessa língua. Foram semestres adoráveis, com excelentes professores e colegas inesquecíveis!
Acabamos o semestre com uma prova. Por sorte foi apenas uma prova de tradução, e acho que me saí bem. O texto a ser traduzido era o poema 30 de Catulo:

Alfene, immemor atque unanimis false sodalibus,
iam te nil miseret, dure, tui dulcis amiculi?
iam me prodere, iam non dubitas fallere, perfide?
nec facta impia fallacum hominum caelicolis placent;
quae tu neglegis ac me miserum deseris in malis.
eheu quid faciant, dic, homines cuiue habeant fidem?
certe tute iubebas animam tradere, inique, me
inducens in amorem, quasi tuta omnia mi forent.
idem nunc retrahis te ac tua dicta omnia factaque
uentos irrita ferre ac nebulas aereas sinis.
si tu oblitus es, at di meminerunt, meminit Fides,
quae te ut paeniteat postmodo facti faciet tui.

Minha tradução ficou mais ou menos (digo isso porque estou me baseando no rascunho) assim:

Alfeno, ingrato e falso aos companheiros em harmonia,
Já não tens compaixão alguma, ó rude, do teu doce amigo?
Agora me abandonas, e não hesitas em me enganar, ó pérfido?
Os ímpios feitos dos homens enganadores não agradam aos deuses;
Tu a isto desprezas e a mim infeliz abandonas nos males.
Ai! O que fazem, diz, os homens, ou a quem têm confiança?
Certamente eras tu que ordenavas que a alma traísse, ó iníquo,
Induzindo-me ao amor, como se tudo me estivesse seguro.
Da mesma forma agora te afastas e permites que os ventos
E as névoas aéreas carreguem teus feitos e ditos vãos.
Se tu te esqueces, ao menos os deuses se lembram, Fides se lembra
Disso, para que te arrependas depois da façanha que fizeste.

No fim do dia tivemos uma confraternização com os professores e alguns dos alunos e, depois de acabada, ainda fui com alguns amigos até um bar em Barão Geraldo. (Não pensem, porém, que bebi. Voltei tarde para casa, mas completamente sóbrio!) Foi um fim de dia maravilhoso, que serviu para levantar um pouco meu astral tão baixo!
Hoje também foi muito bom. Comecei o dia ganhando um jogo no campeonato interno de tênis (aliás, eu nem sei o que estou fazendo lá, mas...) e, no fim da tarde, foi a última aula de Ópera Estúdio, excelente como sempre. A professora até tocou "Noite feliz" alla Chopin! Foi hilário!
Infelizmente no fim do dia de hoje, ainda que tenha assistido à apresentação de dança, me voltou um pouco daquela apatia de que falei acima. Deve ser por eu estar mesmo cansado de 2004, apesar de vários bons momentos que nele aconteceram.

Fim de ano chegando

O Natal é daqui a exatos dez dias e o Réveillon também se aproxima. Felizmente.
Sinceramente falando, eu gosto do Natal. Claro que há esse consumismo exacerbado, esse ser-feliz-a-todo-custo e que-tais que certamente incomodam, mas no fim das contas é uma grande data - não só do ponto de vista religioso, que respeito e no qual acredito profundamente. E este ano é um sinal de que faltará pouco para 2004 fazer parte do meu passado, de modo que eu me prepare para 2005, embora eu não tenha maiores expectativas para ele.
E não tenho mesmo. Se vocês virem o post do dia de Natal do ano passado, vão ver uma listinha de fim de ano, daquelas que todos fazemos. Pois decidi agora desbancar a mim mesmo e comentar brevemente cada uma daquelas decisões:

- Ler bastante
Não posso negar que isso eu fiz. Talvez eu devesse ter lido um pouco mais, mas acho que deu uma média de dois ou três livros por mês. Talvez nem tanto.

- Estudar para o mestrado e escrever o projeto
Posso pular este item?...

- Escrever o mesmo tanto
Não consegui. Principalmente depois de 1º. de Setembro (desde o fim de Maio, na verdade), minha inspiração praticamente me abandonou. Não consegui terminar minha novela (literária, literária) nem revisar meus contos... Espero conseguir isso nestas férias.

- Estudar canto e teoria musical p'ra valer
Tenho até vergonha de dizer isso, mas acho que este ano foi o que menos estudei música. Claro que não deixei de estudar, mas não foi com tanto afinco como nos anos anteriores. Espero também melhorar isso, porque senão...

- Compor sempre que possível
'Tá, isso eu fiz. Mas quem disse que eu fiquei contente com o resultado?...

- Estudar línguas clássicas (latim e grego) e russo com afinco
Não consegui. O latim sim, mas as outras duas infelizmente não. Porém, já me matriculei para o Grego III ano que vem, e vou continuar a assistir Russo II como ouvinte para no segundo semestre de 2005 me matricular no III.

- Ir a muitas récitas operísticas e comprar várias óperas completas
Este item posso dizer que cumpri, e com gosto. Este ano assisti a Colombo, Roméo et Juliette, Don Carlo, Lo Schiavo e Lohengrin, e ainda vou assistir à João e Maria no domingo agora. Quanto a comprar óperas, não comprei muitas, mas com a banda larga consegui baixar várias óperas completas, a maioria delas pouco conhecida.

- Malhar muito
Sim, isso eu fiz. Agora, adiantar para alguma coisa, não adiantou...

- Jogar tênis e caminhar
Joguei tênis sim, mais que no ano passado; caminhar, não, mas quem sabe ano que vem? Já desisti de dietas e que-tais para este ano, então agora só no próximo.

- Aproveitar até o carnaval para conseguir um bronzeado.
Defina "bronzeado"...

- Cuidar mais do visual (aguardem para ver o Zé 2004!)
Hahahahahaha! Faz-me rir! Minha versão 2004 só está um pouco mais ridícula que a do ano anterior...

- Desencanar de muitas coisas.
Não consegui. Aliás, consegui sim: consegui arrumar mais coisas para ficar encanado...

- Comer menos (é difícil, é difícil...)
E é mesmo.

- Viajar para o exterior (essa só depende do tempo - em euro$...)
Você viajou para o exterior? Não? Nem eu...

Depois dessa, desisto de fazer listinha de ano novo!!!...

Pensamento do post

Às vezes agradeço a Deus por não ser bonito. Assim, em tudo aquilo que eu vier a trabalhar ou a me dedicar, terão de me reconhecer pelo meu talento e pelo meu esforço, não por minha beleza exterior.
Mas é só às vezes...

Depois dessa reflexão profunda (?) e completamente desnecessária, termino este loooongo texto. Aos que aqui chegaram, agradeço a paciência e peço que aguardem, até um fim de ano, um novo post!

___________________
[1] In Schulz, C. M. Você tem muito o que aprender, Charlie Brown! [Tradução de Tatiana Öri-Kovács]; São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2004; p. 54.

11:23:15 PM Comments:


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